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29 de setembro: Dia de Combate ao fascismo e à violência contra a mulher

26/09/2018 por: Comunicação Sindiupes


No próximo sábado, dia 29 de setembro, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e o SINDIUPES convidam os/as trabalhadores/as em educação a se unirem nas mobilizações contra o machismo, a homofobia, o feminicídio, o racismo e as demais violências propagadas no país.

A iniciativa, que partiu das integrantes da página “Mulheres contra Bolsonaro” e “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”, iniciada nas redes sociais, logo se transformou em grande manifesto nacional, e fora do país.

O Ato é contra o discurso de ódio do presidenciável do PSL-RJ, de extrema direita, que ganhou notoriedade com declarações criminosas sobre mulheres, negros e LGBTs.

Esse Movimento, que já sofreu retaliação e foi hackeado, deu a volta por cima no ataque cibernético e ganhou mais impulso para as ações no próximo final de semana.

A estimativa é de envolvimento de centenas de cidades brasileiras, contra a candidatura de Jair Bolsonaro, além de movimentos em Lisboa, Porto e Coimbra (Portugal), Berlim (Alemanha), Lyon (França), Galway (Irlanda), Barcelona (Espanha), Sidney e Gold Coast (Austrália), Londres (Inglaterra) e Haia (Holanda), entre outras cidades.

Em Vitória/ES, o Ato PELA VIDA DAS MULHERES acontecerá na Praça do Papa, bairro Enseada do Suá, com concentração às 14h e saída às 17h em direção à Praça dos Desejos. Durante a concentração haverá apresentações artísticas.

Mulheres são as grandes vítimas dos políticos e partidos conservadores no Brasil

As mulheres são as mais atingidas com as políticas do governo ilegítimo (Temer) que tomou o poder no Brasil e no discurso do candidato que está na primeira colocação na disputa presidencial. Hoje, elas são as primeiras a perder o emprego e o acesso a serviços básicos.

Assim, a CNTE e o SINDIUPES lutam com o objetivo de avançar no combate à violência de gênero e pela participação feminina no poder, perante uma sociedade conservadora e machista, em cenário de crise sistêmica do capitalismo, de grandes retrocessos, quando avança o conservadorismo e a pauta reacionária, com a disseminação do ódio de classe expresso nos ataques aos direitos dos/as trabalhadores/as e às liberdades democráticas.

Há, ainda, o crescimento das manifestações de ódio e intolerância contra o debate de gênero nas escolas, estigmatizando o movimento feminista, em tentativa de naturalizar comportamentos de homens e mulheres a partir de estereótipos. 

Confira o texto de Isis Tavares Neves, secretária de Relações de Gênero da CNTE, sobre a importância da participação nas ações do dia 29 de setembro. 

Fonte: CNTE



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