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Mesa de Negociação de Vitória garante reversão do corte de salários

10/05/2018 por: Comunicação Sindiupes

Reversão do corte de salários dos/as trabalhadores/as que aderiram à greve e pagamento do retroativo do Plano de Carreira foram algumas das propostas apresentadas na Mesa de Negociação de Vitória, realizada na manhã desta quinta-feira (10), na Prefeitura. Diretores do SINDIUPES e representantes da categoria estiveram presentes na Audiência de Conciliação com membros da equipe da Administração Municipal.  

A Direção do SINDIUPES considerou a reunião positiva e com importantes avanços, mas destaca que todas as propostas serão apresentadas para avaliação da categoria na próxima Assembleia da Rede Municipal, que será realizada no dia 17/05 (quinta-feira).

Confira as propostas apresentadas:

  • Reversão do corte de ponto na folha de pagamento, garantindo o salário dos/as trabalhadores/as referente aos dias parados. A previsão da PMV é de que o processo seja concluído antes do final do mês ou junto à próxima folha de pagamento;
  • Reversão do corte de ponto na ficha funcional, com a condição do ajuste para a reposição dos dias letivos dentro das peculiaridades de cada unidade escolar, com garantia que serão repostos 50% nos dias normais e 50% aos sábados;
  • Pagamento do retroativo do Plano de Cargos e Salários a partir do mês de julho, referente à atualização. O restante sera discutido na Mesa de Negociação;
  • Garantia de 1/3 de férias sobre 45 dias para janeiro de 2019.
  • Previsão de reposição inflacionária: será mantido diálogo permanente com a Secretaria da Fazenda para estudos da situação financeira do município, inclusive tendo outras instituições como observadores.

 

Perdas
A categoria deflagrou uma greve no dia 26 de março, e permaneceu com as atividades paralisadas durante 30 dias, para exigir da Prefeitura o cumprimento do artigo 37, inciso X, da Constituição Federal que estabelece a revisão anual dos salários.

Uma das reivindicações é a recomposição das perdas inflacionárias dos salários, acumuladas desde 2014. Hoje, essa perda é de 28,6%.O movimento também reivindica os investimentos necessários para garantir educação pública de qualidade aos mais de 35 mil alunos das escolas municipais.



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