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SINDIUPES garante coleta de milhares de assinaturas em Abaixo Assinado contra Reforma Trabalhista

08/11/2017 por: Comunicação Sindiupes

Secretário de Políticas Sociais da CUT e diretor do Sindiupes, Menderson Rezende (ao centro) entrega formulários com assinaturas

O SINDIUPES e os/as trabalhadores/as em educação no Espírito Santo contribuíram de forma significativa com a coleta de milhares de assinaturas no Abaixo Assinado pela Anulação da Reforma Trabalhista (Lei nº 13.467/2017).

Com esforço dos diretores sindicais, divulgação nas redes sociais e instalação de postos de coleta, o Sindicato conseguiu chamar a atenção da sociedade e a categoria aderiu à campanha. 

A coleta das assinaturas foi feita junto com a CUT-ES durante o 3º Encontro Estadual de Aposentadas/os, nos dias 25 e 26/10, no SESC de Guarapari, e durante o 34º Congresso Estadual do SINDIUPES, nos dias 26 e 27/10, no Centro de Convenções de Vitória.

O abaixo assinado faz parte de uma Campanha Nacional lançada pela CUT para coletar 1 milhão e 500 mil assinaturas por todo o país, em apoio ao ao Projeto de Lei de Iniciativa Popular (PLIP) com o objetivo de revogar a Lei da Reforma Trabalhista do golpista Michel Temer.

A intenção da Central é  ir à Brasília, nesta quinta-feira (09/11), em uma grande Caravana Nacional para protocolar na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei de Iniciativa Popular pela Anulação da Reforma Trabalhista, juntamente com as assinaturas recolhidas por todo o país em apoio ao projeto.

Destruição
A Lei da Reforma Trabalhista entrará em vigor no dia 11 de novembro de 2017, e representa o desmonte dos direitos trabalhistas e um grande retrocesso social, que agravará a pobreza e a distribuição de renda no país. 

Além de representar a destruição da CLT, a Reforma Trabalhista favorece apenas os empregadores, capitalistas interessados em aumentar seus lucros com a exploração cada vez maior dos/as trabalhadores/as.

Com a nova lei, haverá aumento da jornada de trabalho, dificuldades para acesso à Justiça do Trabalho, trabalho intermitente, fim do 13º sálário e abonos salariais e enfraquecimento dos sindicatos, além de sobrepor o que for negociado entre patrões e empregados sobre o legislado.  

 



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