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Sindiupes integra Núcleo da Marcha das Mulheres Negras contra Racismo

14/07/2014 por: Tânia Trento

A direção colegiada do SINDIUPES, por intermédio da Secretaria de Combate ao Racismo e do Coletivo de Combate ao Racismo e pela Promoção da Igualdade Racial integra o Núcleo Impulsor Estadual. Esse Núcleo é responsável aqui no Espírito Santo pela organização das Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver, que será realizada em Brasília no dia 13 de maio de 2015. O lançamento da campanha nacional será no dia 25 de julho de 2014 e as primeiras reuniões preparatórias no Espírito Santo aconteceram na Casa do Cidadão, em Vitória.

O Núcleo
O Núcleo Impulsor é dividido em comissões sendo que o SINDIUPES participa da comissão de Comunicação. Suas reuniões serão estruturadas conforme as demandas e podem inicialmente serem mensais com diversas ações a serem implementadas. O objetivo do Núcleo Impulsor é sistematizar as informações, orientar suas comissões e tem a tarefa de realizar/implementar as suas deliberações, acompanhar, operar e dar suporte aos núcleos locais de modo a possibilitar que a Marcha das Mulheres Negras seja uma ação efetiva em todas as cidades.
Algumas sugestões de tarefas para serem encaminhadas pelo Núcleo Impulsor são: oficinas (rodas de conversas); seminários; documento base – produção de cartilha pelo Núcleo Impulsor Nacional, tendo com eixo central o Racismo, a Violência e o Bem Estar; festas e atividades culturais que podem servir para aglutinar novas participantes, bem como para angariar fundos para as futuras ações voltadas para a Marcha das Mulheres Negras; manifestos e Folheto de Informações Básicas (FIB).

Marcha das Mulheres Negras
A Marcha dará visibilidade para as mulheres negras, enfatizando as referências de seus ancestrais (alegria, resiliência e beleza) e dignidade. Também tem por finalidade lutar por garantir os espaços de cidadania e cobrar que sejam ampliados direitos já conquistados; conquistar respeito às legislações existentes e ampliá-las; manter a ideia de coletividade, resistência e luta, poder força e trabalho (potencial revolucionário); garantir diversidade (geracional, rural, urbana, orientação sexual e biodiversidade); continuidade (reparação histórica e a reparação de nossa existência) e sedimentar a visão de que a mulher negra se tornou o grande alicerce da construção da sociedade brasileira.

A Marcha das Mulheres Negra abrirá um legue de ações, focando inicialmente nas Mulheres Negras “Sem Voz” e nas que fazem a militância.

As demandas estão surgindo e os encaminhamentos propositivos serão sempre bem-vindos. Sua participação é fundamental para que seja dada voz às mulheres negras que são silenciadas pelas agressões físicas, psicológicas e estruturais. Que essas mulheres sejam protagonistas de seu próprio tempo e, com isso,

Sindiupes em Marcha..



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